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BRASIL, Sudeste, BELO HORIZONTE, RIBEIRO DE ABREU, Homem, de 20 a 25 anos MSN - alxcesar_bhz@hotmail.com |



ESTAMOS NA CAMPANHA
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Aguardem!!
Escrito por Alexandre Cesar às 20h09
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Gasolina para dar 64 voltas ao mundo
Deputados federais receberam R$ 41 milhões da Câmara, no ano passado, como reembolso por supostos gastos com gasolina. É dinheiro suficiente para comprar 20,5 milhões de litros de combustível e rodar 2.560.000 quilômetros em carro médio que percorre oito quilômetros por litro.
A gasolina que os deputados informaram à Câmara ter adquirido — e pela qual foram reembolsados — é bastante para 64 voltas ao mundo. Ou para uma quilometragem equivalente a seis viagens à Lua, ou três de ida e volta à Terra. Nesse caso, sobraria combustível para um trajeto extra de 220 mil quilômetros em solo terrestre. É o mesmo que rodar quase oito vezes os 36 mil quilômetros de estradas federais que o governo diz ter pavimentado. Ou dar mais sete voltas ao mundo.
Trata-se de um recorde em compensações aos parlamentares desde 2001, quando eles criaram um salário-extra, a “verba indenizatória”, de R$ 15 mil mensais — 17% maior que o salário/subsídio regular dos 513 deputados (R$ 12. 847,20). Tem sido usada para reembolso de despesas como combustível, aluguel, alimentação, hospedagem e material de escritório, entre outros. Em tese, o deputado só recebe se apresentar a nota fiscal correspondente.
Câmara admite não checar notas
Em 2005, a Câmara gastou R$ 91,2 milhões em indenizações, volume de dinheiro similar a todo o investimento feito pelo governo, no mesmo período, em serviços especializados de saúde. Do total, cerca de 45% (R$ 41 milhões) foram usados exclusivamente na compensação de despesas com as supostas compras de combustível. A Câmara não divulga as notas fiscais correspondentes, mas expõe as contas individuais na internet ( http://www2.camara.gov.br/transparencia/deputado/quotas/verbainden.html ).
Há cinco anos, quando a verba foi aprovada, criou-se um núcleo de fiscalização para auditar a documentação fiscal apresentada pelos deputados. Mas a Câmara alega que não tem como checar a idoneidade de todas as notas fiscais.
Francisco Rodrigues (PFL-RR), 55 anos, foi o campeão em despesas com combustível no primeiro trimestre. Apresentou notas de R$ 30 mil (janeiro), R$ 15 mil (fevereiro) e R$ 15 mil (março) e embolsou R$ 60 mil —- quantia suficiente para comprar gasolina e rodar 240 mil quilômetros, equivalente a 26 viagens entre Manaus e Porto Alegre, ida e volta.
Rodrigues é dono de empresas de transporte de carga e terraplanagem, além de manter uma fundação, a Chico Rodrigues. Tornou-se um dos maiores clientes do Posto Trevo, em Boa Vista, que, segundo ele, fornece-lhe as notas.
— O instrumento mais fácil para justificar os gastos é com notas de combustíveis — admite. — Um almoço, por exemplo, que não consigo nota, justifico como combustível.
Cássio Gomes, gerente do posto predileto de Rodrigues, conta que no dia 25 de cada mês emite uma nota fiscal única, com a soma dos serviços prestados à frota do deputado — carros particulares, caminhões e utilitários das empresas e da fundação:
— Às vezes é R$ 3 mil, R$ 7 mil ou R$ 12 mil. Ele gasta muito diesel por causa da empresa de terraplanagem. Eu mando a nota para o secretário dele, certinho com o valor que ele manda. Tenho que fechar no valor da requisição que ele manda.
O gerente do posto diz nunca ter sido informado sobre como o deputado usa as notas:
— Eu mando notas fiscais todo mês, mas não sei se ele manda para a Câmara. Até hoje ninguém da Câmara ligou para saber sobre essas notas.
Jornal O Globo
Escrito por Alexandre Cesar às 17h27
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| Gastos parlamentares com combustível chegam a R$ 41 milhões |
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O reembolso pago a deputados federais referente a gastos com combustível em 2005 chegou a R$ 41 milhões – dinheiro suficiente para comprar cerca de 20,5 milhões de litros de gasolina e rodar 2,56 milhões de quilômetros em um carro com média de consumo de oito quilômetros por litro. Essa distância corresponde a 64 voltas ao mundo ou mais de seis viagens entre a Terra e a Lua. Estes R$ 41 milhões correspondem a aproximadamente 45% dos R$ 91 milhões gastos no ano passado com a “verba indenizatória”, que nada mais é do que um salário-extra a que cada parlamentar tem direito mensalmente. O valor deste reembolso, criado em 2001, é de R$ 15 mil mensais, quantia 17% maior que o salário-base regular dos 513 deputados, de R$ 12.847,20. Ela tem sido usada para reembolso de despesas como combustível, aluguel, alimentação, hospedagem e material de escritório, entre outros. Em tese, o deputado só recebe se apresentar a nota fiscal correspondente. As notas recebidas não são divulgadas pela Câmara na internet, apenas o total gasto individualmente por cada parlamentar. A consulta poder ser feita no endereço http://www2.camara.gov.br/transparencia/deputado/quotas/verbainden.html. Apesar de haver um núcleo responsável por auditar as notas desde 2001, a Câmara informa que não tem como checar a idoneidade de todas elas. CampeãoO campeão de gastos em combustível no primeiro trimestre de 2005 é o deputado Francisco Rodrigues (PFL-RR), que apresentou notas correspondentes a gastos de R$ 60 mil neste período. O dinheiro é suficiente para rodar 240 mil quilômetros. Ele admite que usa as notas de combustíveis para justificar todo o tipo de gastos: “O instrumento mais fácil para justificar os gastos é com notas de combustíveis. Um almoço, por exemplo, que não consigo nota, justifico como combustível”, admite. O posto Trevo, de Boa Vista, fornece os comprovantes ao parlamentar, que é dono de empresas de transporte de carga e terraplenagem. Cássio Gomes, gerente do posto predileto de Rodrigues, conta que no dia 25 de cada mês emite uma nota fiscal única, com a soma dos serviços prestados à frota do deputado – carros particulares, caminhões e utilitários das empresas: “Às vezes é R$ 3 mil, R$ 7 mil ou R$ 12 mil. Ele gasta muito diesel por causa da empresa de terraplanagem. Eu mando a nota para o secretário dele, certinho com o valor que ele manda. Tenho que fechar no valor da requisição que ele manda”. O gerente do posto diz nunca ter sido informado sobre como o deputado usa as notas: “Eu mando notas fiscais todo mês, mas não sei se ele manda para a Câmara. Até hoje ninguém da Câmara ligou para saber sobre essas notas”. Reembolso pode ser incorporado ao salárioO presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), vê com simpatia a proposta de incorporar a “verba indenizatória” de R$ 15 mil mensais ao salário direto, de R$ 12.847,20, mais que dobrando os vencimentos. Rebelo afirma que a fiscalização é tão "rigorosa" que por vezes nem consegue usar o extra. Por isso, vê a incorporação como saída. Cada deputado, então, receberia um subsídio tributável de R$ 27.847,20. Calcula-se que, com o desconto do Imposto de Renda, os ganhos diretos ficariam mais próximos do teto do Judiciário (R$ 24,5 mil). |
no http://www.diegocasagrande.com.br/index.php?do=Wm14aGRtOXlKVE5FYldGdVkyaGxkR1Z6SlRJMmFXUWxNMFF4TURjNE5EUkxRUT09WnhQMko=
Escrito por Alexandre Cesar às 15h33
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Parodiando Chico Rulez!: Quem fez isso limpa!

Costuma-se usar o Carro como Extensão da Casa, mas essa é demais...
Este Celta eu fotografei dentro da Faculdade de Medicina da UFMG, e mostra que o mal gosto não escolhe escolaridade.
Escrito por Alexandre Cesar às 16h05
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Estando eu tentando me concentrar para a bateria de provas vindouras, tento não parar na frente de um computador. Mas esse texto do Jabor diz tudo que eu penso e não tenho competência e nem tempo para escrever...
ARNALDO JABOR A verdade está na cara, mas não se impõe
O que foi que nos aconteceu? No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor, "explicáveis" demais. Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas. Tudo já aconteceu e nada acontece. Os culpados estão catalogados, fichados e nada rola. A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na história brasileira.
Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias. Claro que não esquecemos a supressão, a proibição da verdade durante a ditadura, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada, broxa.
Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos. Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os teipes, as provas irrefutáveis, mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo. Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações. Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se vingar. O outro não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz. Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder. Este governo é psicopata.
Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão na bunda. A verdade se encolhe, humilhada, num canto. E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de "povo", consegue transformar a Razão em vilã, as provas contra ele em acusações "falsas", sua condição de cúmplice e comandante, em "vítima". E a população ignorante engole tudo.
Como é possível isso? Simples - o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados - nos comunica o STF. Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização. Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo. Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito...
Está havendo uma desmoralização do pensamento. Deprimo-me: "Denunciar para quê? Indignar-se com quê? Fazer o quê?". A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua. Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo. A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais aos fatos! Pior: que os fatos não são nada - só valem as versões, as manipulações.
No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do País e deixou-nos ver os intestinos de nossa política.
Depois surgiram dois grandes documentos históricos: o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador geral da República. São verdades cristalinas, com sol a pino. E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de gafe. Lulo-petistas clamam: "Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT? Como ousaram ser honestos?".
Sempre que a verdade eclode, reage. Quando um juiz condena rápido, é chamado de "exibicionista". Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de finesse do governo de FHC, que não teve a delicadeza de avisar que a Polícia estava chegando...
Mas, agora é diferente. As palavras estão sendo esvaziadas de sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para coonestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma "novilíngua" empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se consolidando no horizonte.
Toda a complexidade rica do País será transformada em uma massa de palavras de ordem, de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o populismo e o simplismo. Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o País em "a favor" do povo e "contra", recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo atual. Teremos o "sim" e o "não", teremos a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição mundo x Brasil, nacional x internacional. A esquematização dos conceitos, o empobrecimento da linguagem visa à formação de um novo "ethos" político no País, que favoreça o voluntarismo e legitime o governo de um Lula 2 e um Garotinho depois.
Assim como vivemos (por sorte...) há três anos sem governo algum, apenas vogando ao vento da bonança financeira mundial, só espero que a consolidação da economia brasileira resista ao cerco político-ideológico de dogmas boçais e impeça a desconstrução antidemocrática. As coisas são mais democráticas que os homens.
Alguns otimistas dizem: "Não... este maremoto de mentiras nos dará uma fome de verdades!" Não creio. Vamos ficar viciados na mentira corrente, vamos falar por antônimos. Ficaremos mais cínicos, mais egoístas, mais burros.
O Lula reeleito será a prova de que os delitos compensaram. A mentira será verdade e a "novilíngua" estará consagrada.
Escrito por Alexandre Cesar às 23h40
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PS: Semana de prova. Blog fechado por 10 dias.
Escrito por Alexandre Cesar às 20h46
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Na verdade este desafio foi feito pela Macha Alviverde ao Palmeiras, mas eu faço em nome da Galoucura ao Atlético.
Grêmio Cultural & Recreativo Torcida Organizada Galoucura está chamando o time do Atlético para um jogo beneficiente contra uma equipe formada por seus “sócios”. A proposta é absurda e existe até um termo que o time perdedor deve pagar. Veja só: A aposta - Vitória ou empate do Atlético a Galoucura se compromete: - Não vaiar, xingar os jogadores ou jogar nada em campo. Mesmo com o time perdendo de 3×0 dentro do Independência. - Pedir perdão para o Ramon. - Daremos trégua e não faremos cobrança em cima de jogadores medianos e diretores incompetentes.
Em caso de vitória do time formado por integrantes da Galoucura exigimos : - A imediata dispensa do presidente Ricardo Guimarães. - Dispensa de todo departamento médico. -Dispensa dos jogadores: Thiago Feltri, Vicente, Alberto, Alicio, Tiago Cavalcanti. - A contratação de no mínimo 03 atletas da tradição do Glorioso Clube Atlético Mineiro, e para facilitar o trabalho dos diretores segue a lista dos atletas: Vagner Love, Luis Fabiano, Washignton (ex-Atletico/PR), França, Liedson, Elano, Dudu Cearense, Kleberson, Diego e Léo (ex-santos), Serginho (Milan).
No http://www.ovelhaeletrica.com/blog/2006_04_20_desafio-ao-galoops-ao-porco.html
Escrito por Alexandre Cesar às 16h31
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“Ética tucana” na corda bamba

Uma chuva de denúncias começam a ser investigadas pelo Ministério Público de São Paulo tendo como alvo o candidato do PSDB a presidente o ex-governador Geraldo Alkimin. Cinco delas foram iniciadas ontem.
Conheça as cinco irregularidades que serão investigadas pelo Ministério Público de São Paulo
1- A doação do 400 peças do estilista Rogério Figueiredo a Lú Alkimin 2- Irregularidade no patrocínio institucional no valor de R$ 60 mil da CTEEP (Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista) para a revista Ch´an Tão, Associação de Medicina Tradicional Chinesa do Brasil 3- Aquisição em duplicidade por parte da Nossa Caixa Nosso Banco de 500 fornos a gás, no R$ 400 mil – para doação ao programa padarias artesanais criadas por Lú Alkimin quando presidente do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo. 4- Contrato para informatização da Nossa Caixa Nosso Banco 5- Verba publicitária da Nossa Caixa (tráfico de influência)
No http://mack.blog-se.com.br/blog/conteudo/home.asp?idblog=12420
Escrito por Alexandre Cesar às 13h11
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Campanha Engrossa o caldo Ninety Eight
Com 5 rádios identicas no nosso Dial (Transamérica Pop, Mix, Oi FM, 98 FM e Jovem Pan), lanço aqui a campanha Menos Pop e mais Rock. E por que a 98 FM? Por questões históricas e por ser a única que tem a progamação gerada aqui.
Precisamos de uma rádio Rock aqui em BH. Engrossa o caldo Noveita e Oito!!!
PS: Descobri que a programação da Oi FM também sai daqui. Mas a Oi é uma rede e, mesmo com a ira dos cariocas onde a rádio por lá acabou com a rádio Cidade Rock, é a melhorzinha das cinco....
Escrito por Alexandre Cesar às 21h14
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Malhação do Judas. Você lembra?
Costume trazido pelos portugueses e espanhóis para toda a América Latina, a malhação do Judas no sábado de Aleluia aos poucos vai desaparecendo das grandes cidades, restringindo-se cada vez mais ao interior do Brasil:
Malhar o Judas.
Tradição folclórica que exterioriza emoções
Dia de malhar Judas. Seja na forma de um político, de um dirigente, da fofoqueira do bairro ou qualquer pessoa que incomode, os bonecos vão subir aos mastros dos postes e, ao meio-dia, serão malhados a pauladas, explodidos, queimados, atropelados, enfim, eliminados. Como bodes expiatórios, é neles que o povo vai extravasando a sua insatisfação com a situação reinante.
No começo, o boneco representava a figura do Judas Iscariotes; aos poucos, outras personagens foram substituindo o traidor de Cristo, numa manifestação folclórica tradicional, da qual participa toda a comunidade, do avô ao neto. Os nossos Judas aparecem em postes, amarrados em carros, deitados nas ruas e, em muitos casos, deixam até testamentos. Além disso, às vezes, o ato da malhação é realizado ao som de músicas especialmente compostas para a ocasião.
A malhação de Judas está incorporada aos costumes dos povos de quase todo o mundo. Segundo a folclorista Meire Berti Gomiero Fonseca, que vem pesquisando o assunto há alguns anos junto com equipes formadas por seus alunos, a queima do Judas parece se relacionar ao rito pagão do Fogo Novo, herdado dos hebreus, sobrevivendo entre os povos civilizados. Na Córsega, no século XIX, era costume um grupo de rapazes percorrer no Sábado de Aleluia as comunas da ilha gritando "Fogo Novo"; na Lorena Francesa, esse fogo era feito com palma benta dos anos anteriores na porta do cemitério; na Alemanha, vestiam um menino de Judas, para depois sofrer a prova do fogo sendo balançado pelos mais fortes e altos por cima da fogueira.
Cada lugar incorporou a queima de Judas de uma forma. Em Mittelbron e Nelling, os bonecos eram queimados em frente aos cemitérios e igrejas; no Alto Reno, queimavam-se vestimentas e ornamentos eclesiásticos no cemitério, bem como velhas cruzes e caixões. Na Suíça, o Judas era morto com fuzil, queimado, havendo o costume de quebrar louças sobre ele, enquanto em Portugal era submetido a julgamento, depois enforcado e queimado, o que provocava estouros de bombinhas colocadas dentro do boneco.
Há países em que a queima do Judas representa um repúdio às forças do mal e, por isso, o ato é praticado no início ou no fim das colheitas, para espantar os demônios que esterilizam as plantações. No Brasil, por sua vez, sabe-se sobre a malhação de Judas desde o século XVIII, quando, no Rio de Janeiro, os bonecos traziam fogos de artifício presos no ventre, que eram acesos no Sábado de Aleluia, e ardiam sob os aplausos frenéticos do povo, como uma vingança à morte de Jesus.
Ainda segundo Meire Berti, as primeiras descrições desse evento no Brasil foram feitas pelo gravurista Jean Baptiste Debret. De acordo com ele, o Judas era confeccionado com roupa e tecido de palha, com máscara e boné de lã que lhe formava a cabeça. Também eram colocadas bombas nas juntas para melhor dilaceração das partes na hora da queima, que era precedida pelo enforcamento.
"Na dinâmica do folclore, a figura do Judas Iscariotes foi substituída por críticas à situação reinante".
O Judas de antigamente não é mais o mesmo. O traidor de Cristo de hoje veste roupas e sapatos modernos, usa gravata e chapéu e tem, até mesmo, companheira, que vai para a fogueira junto com ele. O Judas de hoje não pode falar, mas muitas vezes seu recado vem através de uma tabuleta, onde quem o executa extravasa toda a sua insatisfação. Além disso, em muitos lugares no Brasil, faz-se até o seu julgamento e, antes da malhação, lêem o seu testamento, que, na maioria das vezes, é apresentado na forma de versos.
http://www.brasilcultura.com.br/conteudo.php?menu=90&id=478&sub=516
Escrito por Alexandre Cesar às 21h19
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| Eu acho que se tornará muito mais difícil “malhar o Judas” de agora em diante! |
Um documento trazendo o ponto de vista de Judas Iscariotes sobre a crucificação de Cristo foi publicado nesta quinta-feira nos Estados Unidos pela revista National Geographic.
O documento mostra Judas como um personagem benéfico, o favorito de Jesus, que teria colaborado com os seus planos para salvar a humanidade.
Essa visão é semelhante à dos cristãos gnósticos, um grupo de religiosos do 2º século que rivalizava com a Igreja.
Eles acreditavam que Judas seria de fato o mais iluminado dos apóstolos e teria proporcionado a possibilidade de a humanidade ser redimida através da morte de Cristo. Santo ponto-de-vista, Bátima! Isso vai dar o que falar.
Segundo a professora Elaine Pagels, da universidade de Princeton, o texto “ajuda a mostrar o quanto diversificado e fascinante o cristianismo era em seus primeiros anos”. A descoberta dos chamados evangelhos apócrifos — como os de Tomé, Maria Madalena e Filipe — mostra como a formação da Bíblia foi uma decisão muito mais motivada pela política da época do que por religião.
Já a professora de Harvard Karen L. King, que ainda não leu o texto publicado na National Geographic, vai além: “Se a morte de Jesus era parte do plano de Deus, então a traição de Judas também é parte do plano de Deus. Quem é Judas, então? O traidor ou o facilitador da salvação, o cara que fez a crucificação possível?”
Será? O que você acha?
Escrito por Alexandre Cesar às 21h15
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Esperamos a volta do rei do povo

O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”... E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.
O povo o aclama cheio de alegria e esperança, pois Jesus como o profeta de Nazaré da Galiléia, o Messias, o Libertador, certamente para eles, iria libertá-los da escravidão política e econômica imposta cruelmente pelos romanos naquela época e, religiosa que massacrava a todos com rigores excessivos e absurdos.
Mas, essa mesma multidão, poucos dias depois, manipulada pelas autoridades religiosas, o acusaria de impostor, de blasfemador, de falso messias. E incitada pelos sacerdotes e mestres da lei, exigiria de Pôncio Pilatos, governador romano da província, que o condenasse à morte.
Por isso, na celebração do Domingo de Ramos, proclamamos dois evangelhos: o primeiro, que narra a entrada festiva de Jesus em Jerusalém fortemente aclamado pelo povo; depois o Evangelho da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde são relatados os acontecimentos do julgamento de Cristo. Julgamento injusto com testemunhas compradas e com o firme propósito de condená-lo à morte. Antes porém, da sua condenação, Jesus passa por humilhações, cusparadas, bofetadas, é chicoteado impiedosamente por chicotes romanos que produziam no supliciado, profundos cortes com grande perda de sangue. Só depois de tudo isso que, com palavras é impossível descrever o que Jesus passou por amor a nós, é que Ele foi condenado à morte, pregado numa cruz.
Escrito por Alexandre Cesar às 23h31
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O Orkut tem uma falha que permite a qualquer pessoa enviar uma mensagem para uma comunidade, mesmo estando essa pessoa fora da comunidade e mesmo que o dono desative o envio de mensagens pelos membros. Nem é preciso dizer que isso facilita a vida dos spammers, aliás já está facilitando!
Basta substituir o "Community" por "Compose" em qualquer URL (endereço) de comunidade.
Experimente! Mande uma mensagem para esta comunidade:
http://www.orkut.com/Compose.aspx?cmm=11133716
(note que o botão ENVIAR MENSAGEM não existe aí do lado, porque eu desativei o envio de mensagens!!!!!)
Esta comunidade será excluída assim que o Google consertar a falha.
Saiba mais:
http://www.nababu.org/?p=622
http://www.cocadaboa.com/arquivos/008799.php
PS. Todas as mensagens que têm a assinatura
Escrito por Alexandre Cesar às 22h46
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| Pela anulação do leilão de privatização da Vale do Rio Doce |

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Imprensa da CUT e do Sindipetro Unificado/SP Foi lançado em São Paulo o Comitê pela Valorização do Patrimônio Público e pela anulação do leilão de privatização da Companhia Vale do Rio Doce. Reunindo a Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), CUT, UNE, a Frente Parlamentar da Assembléia Legislativa em Defesa da Vale (PT, PMDB, PSB, PCdoB, PDT e PV) e dezenas de entidades sindicais, estudantis, femininas e comunitárias, o Comitê quer ampliar as mobilizações para a retomada deste imenso e valioso patrimônio entregue pelo desgoverno Fernando Henrique. “Por representar uma empresa estratégica para o país e motivo de orgulho para os brasileiros, é que voltarmos a nos organizar a fim de que seja revisto o processo lesivo de privatização da Vale do Rio Doce”, afirma a convocatória do evento.
Queremos a nossa Vale de volta!
A maior mineradora do mundo dada de presente por FHC e sua equipe por ridículos R$3,3 bilhões (valia US$1,5 trilhão) pode voltar a ser patrimônio público brasileiro. Uma decisão do Tribunal Regional Federal de Brasília determina a análise das dezenas de ações contrárias ao processo de entrega da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) e que acusam a trupe de FHC de crime de lesa-pátria. A decisão judicial abriu as comportas para que movimentos sociais retomassem a campanha pela reestatização, reacendendo os debates e esclarecimentos à população sobre esta privatização que entrou para a histórica como um dos maiores desfalques ao tesouro nacional. Mobilizações em vários estados estão atraindo lideranças populares e parlamentares para debaterem a reestatização da Vale. Conforme a deputada federal Dra. Clair (PT-PR), autora de uma das ações populares de contestação à privatização da Vale e coordenadora do Movimento Nacional em Defesa do Patrimônio Público, "somente o lucro dos dois últimos anos representou cerca de cinco vezes o valor pelo qual a Vale foi vendida". "O próprio diretor financeiro da Vale publicou um informe estimando o valor atual da empresa em US$ 40 bilhões, cerca de R$ 100 bilhões", ressaltou. A parlamentar comunicou ao presidente Lula e à ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, a decisão da Justiça de rever o processo de entrega da Vale e a articulação pela sua reestatização. A Ação Popular movida pela deputada questionou o Decreto 1510, de Fernando Henrique, que incluiu a CVRD no Programa Nacional de Desestatização, os vícios do edital, os critérios e o valor de avaliação da empresa, defendendo a suspensão do leilão. Em 1997, quando o governo do PSDB espoliou esse patrimônio estratégico, 70% dos brasileiros se disseram contra a privatização. Agora é preciso ir às ruas exigir a devolução da gigante da mineração que nos foi tirada. A decisão judicial pode ser o estopim de um processo de retomada de empresas estatais que foram vendidas de maneira ilícita e a preços fictícios para beneficiar a gangue que estava por trás das privatizações. Se o povo tomar consciência da força que tem não só terá seu patrimônio de volta como governos corruptos pensarão duas vezes antes cometer tamanhas falcatruas.
Mauro Santayana: “Lucro da Vale é fruto dos 55 anos sob controle da União”
“Não investimos na Vale somente os recursos do Erário; investimos em sangue, investimos em coragem, investimos na dignidade do patriotismo”, afirma o jornalista Mauro Santayana, em artigo na Agência Carta Maior.
Santayana lembra que imediatamente após a publicação do edital de privatização, em janeiro de 1997, o geólogo Francisco F. A. da Costa, ex-superintendente de Pesquisas da Vale, publicou artigo no Diário do Pará sobre a lucratividade da Companhia – a da época e a futura. “Este aumento de lucratividade, resultado de décadas de administração competente sob regime estatal, será meticulosamente atribuído à privatização. Economistas bisonhos louvarão as virtudes da privatização e apresentarão a Vale como exemplo”, sublinhou o geólogo.
O que se confirmou. Diz Santayana: “A Vale era a empresa que iria dar excelentes resultados logo no ano seguinte, para justificar a cantiga de que ‘tão logo foi privatizada, a Vale passou a dar grandes lucros’. Ela iria ter os mesmos (ou até melhores) resultados empresariais, se fosse mantida como empresa estatal. E teria dado muito mais benefícios diretos para o povo brasileiro, além dos lucros obtidos nas operações”.
Segundo o jornalista, “os neoliberais sempre argumentam com os excepcionais lucros obtidos pela Vale – mas, conforme confirmam todos os que a conhecem bem, eles não são resultados destes últimos oito anos, e sim dos 55 anos precedentes, em que esteve sob controle da União”.
A privatização foi realizada em maio de 1997. Ações populares em todo o Brasil foram ajuizadas para impedir o leilão. O edital, eivado de irregularidades, “omitia informações importantes quanto ao potencial econômico da empresa – fornecidas, evidentemente, a alguns privilegiados. Houve má-fé dos avaliadores, que subestimaram brutalmente o valor da empresa. Sendo viciado o edital, tornou-se viciado, em conseqüência, o leilão. E houve mais: empresas que haviam participado da avaliação, em que tudo indica negociata, tornaram-se depois associados na composição acionária da empresa privatizada”.
Outra irregularidade levantada por Santayana “foi a transferência de milhões de hectares à propriedade dos acionistas estrangeiros da empresa, mediante a venda no Exterior dos títulos da Vale, quando a legislação impede a alienação de mais de dois mil hectares a alienígenas (e que alienígenas!) sem a anuência das Forças Armadas e do Senado da República”.
Em decisão de outubro do ano passado, a 5ª Turma do TRF–1ª Região determinou que seja reexaminado todo o processo referente à privatização da Companhia. | | |
Escrito por Alexandre Cesar às 20h53
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Eis a questão
Peguei um livro mais antigo para estudar para concurso e olha a questão peça que me apareceu...

Qual a probabilidade de dar letra E ?
Escrito por Alexandre Cesar às 20h43
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